segunda-feira, 11 de abril de 2011

LER não deve ser vista como um simples passa tempo...
Leia um pouco a cada dia, pois esse hábito muito te acrescentará.

sexta-feira, 4 de março de 2011






As cantigas fizeram parte da nossa infância e jamais serão esquecidas, sendo assim, é dever enquanto educadores reensiná- las, preservá-las, incentivando nossas crianças a cantá-las, brincando com suas letras. As cantigas podem e devem fazer parte do cotidiano da sala de aula, pois através da música podemos observar a verdadeira expressão da criança, suas alegrias, tristezas, angústias, desejos ...A música no período da Ed. Infantil, deve ser um texto de fácil memorização, podendo servir como textos auxiliares para todo o crescimento da criança... cognitivo, psicológico, motor e grande aliada para alfabetização.



**** Meu Pintinho Amarelinho****



Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão Na minha mão. Quando quer comer bichinho Com seus pezinho ele cisca o chão. Ele bate as asas Ele faz piu, piu Mas tem muito medo é do gavião.

****
A Janelinha***


A janelinha fecha
Quando está chovendo A janelinha abre Se o sol está aparecendo. Fechou, abriu Fechou, abriu, fechou Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.


**** Barata****



Havia uma barata
na careca do vovô Assim que ela me viu Bateu asas e voou Seu Joaquim, quirim quim Da perna torta ta ta ta Dançando conga, ga ga Com a Maricota, ta ta.




E muito mais...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Como em casa...
Crianças inseguras, pais angustiados. Podemos mudar isso? É possivel sim, proporcionr- mos uma adaptação tranquila e sudável. A familía fase de acolhimento na Ed. Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com os mais pequenos até 2 anos. Afinal tudo passa a ser novidade para eles.
primeiro momento: conhecer os pequenos, aproximar- se deles, compreender seus habitos, costumes e medos, fazendo com que facilite o planejamento diario.
Importante:
* ler com atenção ficha com todas informações da criança (histórico saúde);
* bate papo com pais, onde serão exclarecidas dúvidas;
Precisamos enquanto cuidadores/ educadores conhecer a rotina da criança em casa, conhecendo do que gosta de comer, de brincar, se possui objetos que sejam apegadas.

(Revista Nova Escola, nº 239, jan/ fev. 2011, p. 74-76)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Adaptação na Educação Infantil

No período da Educação infantil é quando acontecem às primeiras relações sociais da criança, sempre que nos deparamos com situações de imaturidade e insegurança, percebemos o quanto precisamos crescer, nós adultos e consequentemente pais.

Precisamos cada vez mais buscar fontes de apoio e equilíbrio, daí então é que entenderemos que não seremos nem primeiros e únicos a passar por esse momento. Estudos e autores que se entregaram a pesquisas podem sim tecnicamente nos dar caminhos a seguir na pratica diária, dentro da Ed. Infantil, sem fazermos nossas crianças sofrerem, pois a qualidade do relacionamento que possam estabelecer com os pais, é sem sombra de dúvida fundamental no processo do desenvolvimento social da criança.

Toda atenção e afetividade recebidas no decorrer da infância, sendo dos pais, professores e ou demais adultos com os quais convive, são de extrema importância, fazendo com que essa criança passe a ter e ver o mundo de forma positiva e consequentemente passa a acreditar que a convivência com os outros é necessária e também será agradável. Na verdade, as crianças precisam de bons modelos para desenvolver habilidades sociais.
Ao iniciar a sua adaptação na Educação Infantil, a criança vive um momento de muitas mudanças de uma só vez. Afasta-se parcialmente do convívio familiar e cria novas relações afetivas
.
Para que essas mudanças sejam incorporadas de maneira tranqüila pelas crianças, nós temos que ter o cuidado de envolver os pais nesse processo de adaptação, pois permanecendo na escola e vivenciando a formação de vínculos de afeto com o professor e com os demais colegas de seu filho, assim como observando a implantação da rotina pelo grupo, sendo assim, os pais tendem a ficar seguros e naturalmente passam essa segurança para a criança.

Enquanto os pais não demonstrarem esta segurança, os filhos seguiram a todo o momento impondo suas vontades, diante da fraqueza daqueles que deveriam ser o exemplo de força.

domingo, 30 de janeiro de 2011

** Leia e reflita... **

Recusar a identificação da figura do professor com a da tia não significa, de modo algum, diminuir ou menosprezar a figura da tia, da mesma forma como aceitar a identificação não traduz nenhuma valoração à lei. Significa, pelo contrário, retirar algo fundamental o professor: sua responsabilidade profissional de que faz parte a exigência política por sua formação permanente.

A recusa, a meu ver, se deve, sobretudo, a duas razões principais. De um lado, evitar uma compreensão distorcida da tarefa profissional da professora, de outro, desocultar a sombra ideológica repousando manhosamente na intimidade da falsa identificação. Identificar professora com tia, o que foi e vem sendo ainda enfatizado, sobretudo na rede privada em todo o país, quase como proclamar que professoras, como boas tias, não devem brigar, não devem rebelar-se, não devem fazer greve. Quem já viu dez mil tiasfazendo greve, sacrificando seus sobrinhos, prejudicando-os no seu aprendizado? E essa ideologia que toma o protesto necessário da professora como manifestação de seu desamor aos alunos, de sua irresponsabilidade de tias, se constitui como ponto central em que se apóia grande parte das famílias com filhos em escolas privadas. Mas também ocorre com famílias de crianças de escolas públicas.

Me lembro agora de como o então presidente da Associação de Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo – Apeoesp –, professor Gumercindo Milhomem, alguns anos passados, respondeu à acusação de famílias de alunos das escolas da rede estadual, em greve, num programa de televisão. As famílias acusavam os professores de prejudicar seus filhos, descumprindo o seu dever de ensinar, a que Gumercindo respondeu que havia um equívoco na acusação. Professoras e professores em greve, dizia ele, estavam ensinando, estavam dando a seus alunos, pelo seu testemunho de luta, lições de democracia (de que tanto precisamos neste país, acrescento agora).

“Em que medida certas professoras querem mesmo deixar de ser tias para assumir-se como professoras Seu medo à liberdade as conduz à falsa paz que lhes parece existir na situação de tias, o que não existe na aceitação plena de sua responsabilidade de professoras”.

· Paulo Freire – Professora sim, Tia não